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As belezas da Serra Gaúcha.

Ola pessoas queridas, tudo bem com vocês?

Dei uma sumidinha, mas foi por uma boa causa fui descansar e passear um pouquinho, fui conhecer a Serra Gaúcha mais precisamente a cidade de Gramado e Canela e seus arredores. O frio por lá é de fazer qualquer  um congelar,  mas a hospitalidade do povo gaúcho é pra lá de boa tché,  os chocolates hummmmmmm são irresistíveis,   são aproximadamente 7 fabricas entre as duas cidades,  e nessas visitas  foi um tal de experimenta daqui, experimenta dali e o abuso foi inevitável, claro, quem é que resiste a um chocolate?. Os pontos turísticos são lugares encantadores, as azaléias, os amores perfeitos e as orquídeas  fazem desses lugares um imenso jardim,  pra conhecer melhor  a região só as pernas não bastaram, tivemos de  alugar um carro, e daí fomos   fuçar,  andamos muito pelas áreas rurais, por  vales com paisagens  belíssimas, foi uma viagem para conhecer, descansar, aprender e admirar.


Igreja matriz de Gramado


Igreja Matriz de Canela


cachoeira do caracol, a melhor visão não é do parque do caracol, mas do teleférico, que fica logo após o parque.


Mundo a Vapor. Um parque com a temática das máquinas a vapor e suas aplicações desde a revolução industrial, tudo em miniaturas em movimento,  tudo sendo explicado por monitores.  Tudo muito bem conservado, vale a pena visitar.http://www.mundoavapor.com.br/


Mini Mundo, as miniaturas e maquetes são reproduções de obras arquitetônicas originais, exibidas em cenários que formam uma pequena cidade em movimento.




Na cidade de Bento Gonçalves, visitamos a vinicola Salton. http://www.salton.com.br/novo/turismo.aspx?pg=institucional


Visitamos um sítio, onde a proprietária nos deu uma verdadeira aula sobre os atuais e os antigos utensilos e ferramentas, usados para plantio e colheita de grãos, como  o milho e feijão.


Um passeio de Maria fumaça me fez relembrar a infância.




Além de toda natureza,  um lugar que me encantou foi o Castelinho Caracol

Essa residência foi construida entre   1913 e 1915, usando a técnica construtiva enxaimel, toda em madeira araucária, um dos testaques dessa obra é o piso do primeiro pavimento, todo feito no sistema de encaixe   macho e fêmea e parafusos, sem uso de um só prego, o local ainda guarda a mobília, os utensílios e as ferramentas dos antigos moradores,  o casal Pedro Carlos e Luiza Franzen, de origem alemã, que ali viveram por muitos anos. 

Desde 1985 a residência tornou-se um museu,  e visita-lo é uma magnifica viagem ao passado,ali funciona também uma casa de chá,  onde pude provar o melhor apfelstrudel  até hoje, e a forma original de prova-lo é acompanhado de uma generosa porção de nata, (creme de leite), acreditem vocês que o fogão é  original da época, onde é feito o também delicioso chá de maçã. 

Se alguém por ai estiver querendo visitar a serra gaucha, não pode deixar de visitar esse lugar.



Uma caminhada pela área externa do castelinho















A viagem foi maravilhosa, gostaria de postar mais fotos, mas vamos deixar pra outro post, gostaria também de deixar algumas dicas que  poderão ser úteis para quem deseja conhecer essa região, não se iludam em ir  ate cidade de 3 coroas e Igrejinha para fazer compras de malhas e sapatos, mesmo nas lojas de fabricas os preços não são bons, não vale mesmo a pena, outra dica é que os melhores lugares para visitar estão mesmo nos arredores das cidades, aluguem um carro e aventurem-se, façam  também os passeios da princesinha, um onibus antigo que faz  agroturismo com várias opções de passseios , nós fizemos  a rota 28, os passes podem ser comprados bem ao lado da casa do colono, na rodoviária. Bem ao lado da casa do colono, em  um galpão com varios fornos à lenha, dois grupos de colonos produzem  cucas, pães e biscoitos,  além de você poder ver a produção, pode e deve experimentar os paezinhos de linguiça que é de dar água na boca,  na volta depois de muita comilança, muita malhação será a única solução.

 



E  para terminar o post, beijinhos, carinhos e um montão de azaléias da Serra Gaúcha para vocês. 


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Rumo a Roma - I

Prometi que contaria e mostraria mais detalhes da viagem a Roma, então vamos lá, senta que lá vem história.
Viajar é uma das coisas que mais gosto de fazer, viajo sempre que posso, e quando não posso dou um jeitinho de poder, rsrs. Embarcamos no navio Mariner of the seas no meio do mes de março,  optamos por uma travessia para podermos descansar, foram 14 dias de navegação com  algumas paradas rapidas, o navio ancorava pela manhã e zarpava no final da tarde, primeira parada Rio de Janeiro,  segunda Salvador,  terceira Tenerife nas ilhas canárias - Espanha e finalmente Roma, onde ficamos por 7 dias. O navio era imenso, 15 andares, com vários bares, piscinas, academia, restaurantes, biblioteca, cassino,  pista de patinação no gelo, campo de golf, parede de escalada, vários bares e lojas,  atividades o dia todo, a noite vários shows com  música ao vivo, para quem quisesse as atividades e entretenimentos aconteciam o dia todo,  para nós que queríamos muito descanso os dias eram tranquilos,  aproveitei para ler,  fizemos novas amizades e conversavamos bastante. Vamos as fotos. 

O navio - área externa - aqui era o 13. andar




















Piscina central - 12. andar




















Vista do 14. andar 




























Promenade - área interna  e central do navio, 
onde ficam os bares e lojas




















Promenade - vista do alto  e a noite




























Um dos restaurantes principais (a foto não esta muito boa, mas reparem no lustre)




























Cassino




















Lobby




















Teatro




















Capela no  15. andar




















Um dos muitos bares




















Da varanda da cabine podíamos ver maravilhas 


































Alguns detalhes decorativos do navio, 
Escultura em cristal.




























Esculturas em bronze




















Estatua de Deusa Chinesa.


























Um vestido de festa emoldurado.


























Muitos espelhos.


























Poltronas lindas na entrada do restaurante


























Lindos drinks, decoravam os balcões dos bares




















Várias obras do nosso Picasso brasileiro, Romero Brito,
decoravam ás áreas das piscinas.




















Toda noite os camareiros nos presentevam, decorando a cabine com bichinhos, feitos com as toalhas de banho e rosto.
Um coelho usou meu óculos de sol.

Um elefante sobre a cama! 

Um macaco pendurado no cabide a noite toda.


























Primeira parada - Rio de Janeiro
Aproveitamos a primeira parada para conhecermos de perto o Teatro 
Municipal do Rio de Janeiro, construido no inicio do séc XX,  projeto do
engenheiro Francisco Pereira Bastos e  do arquiteto francês Albert Guilbert. 
Em comemoração aos cem anos do teatro, foi feita uma restauração  total na edificação, após  as obras de restauro o teatro foi reinaugurado em 27 de maio de 2010, infelizmente não foi possível entrar, era uma segunda-feira e o teatro estava fechado.  



































Logo ao lado do teatro municipal, esta a biblioteca nacional, outra edificação maravilhosa. 
A Biblioteca Nacional, considerada pela UNESCO uma das dez maiores bibliotecas nacionais do mundo, é também a maior biblioteca da América Latina, possue um acervo de dez milhões de volumes, entre os quais se destacam milhares de obras raras, que pertenciam à Biblioteca trazida por D. João VI, de Portugal, em 1808. De seu acervo destaca-se a primeira edição dos Lusíadas de Luís de Camões, a grande coleção de gravuras de Albert Dürer e a Bíblia de Mogúndia, de 1462,  eu consegui ver algumas dessas obras, pois estava tendo uma exposição em comemoração aos 200 anos da biblioteca.
O prédio da Biblioteca Nacional foi construído entre 1905 e 1910, pelo arquiteto Francisco Marcellino de Souza Aguiar, com projeto do francês Hector Pépin, é um prédio em Estilo Eclético, mas possue componentes do Neo-Clássico, com seu aspecto externo semelhante a um templo grego ou romano com seis colunas e o frontão apresentando uma decoração grega, mas também tem componentes de Art-Nouveau.  É um prédio monumental, possuindo uma belíssima escadaria, saguão de entrada de frente para a Cinelândia e toda a decoração em vitrais franceses.



























































Hora do almoço a fome apertou, resolvemos fazer um lanche na confeitaria Colombo, outro deslumbre, um prédio de mais de 100 anos, e seus bélissimos espelhos belgas ainda estão intactos. 






















































Salvador.
Lá, subimos pelo elevador Lacerda




















Rumo ao Pelourinho




























onde posei de Baiana,




















e Renato de negão do Olodum.

















Terceira parada - Tenerife

Santa Cruz de Tenerife a maior das ilhas canárias,  uma província espanhola na costa da África, a 1.300 km da península Ibérica, a  ilha também é conhecida por ser a terra natal do Padre José de Anchieta, um dos personagens de nossa história. TENERIFE é provavelmente uma das últimas ilhas paradisíacas da Europa, maravilhosa  é a palavra que melhor descreve esta ilha. Florestas exuberantes, flora e fauna exóticas, desertos, montanhas, vulcões, neve, costas incrivelmente bonitas e praias espectaculares. Minha primeira visão ainda do porto foi da espetacular obra arquitetônica do auditório de Tenerife, obra do arquiteto Santiago Calatrava,  a inspiração, que nunca foi negada por Calatrava, vem da mais famosa Opera House de Sidney. O edifício, o Tenerife Opera House fica a beira mar em Los Llanos, e segundo o arquiteto, funciona como um aponte entre a cidade e o oceano, após ficar por um longo tempo 
visualizando essa obra,   escolhemos conhecer o lado norte da ilha,  a cidadezinha de Puerto de La Cruz,   no caminho pudemos ver belas paisagens  e conhecer as casas de balcões centenários,  pela primeira vez pude ver uma praia de areia preta, isso acontece pela proximidade do vulcão Teide.




































Ao longe o vulcão Teide, que a 200 anos dorme  profundamente, 
e que assim permaneça eterno, proporcionando a nós a visão de contrastes
entre o mar e a neve. 





















A casa dos balcões, hoje casa de venda de artesanato típico.


































Os balcões são sacadas feitas em madeiras,  trabalhos artesanais
feito a séculos que até hoje permanecem enfeitando as fachadas






































No interior da Casa dos balcões, as gaiolas canárias




















A praia principal da cidade de Puerto de La Cruz.


Praia de areia preta                                                                                        

De volta ao navio, ja a caminho de Roma,
fiquei observando pela varanda da cabine o contraste entre o mar e as montanhas, pensando na possibilidade de um dia voltar a esse maravilhoso lugar. 






















Acho que vocês ja devem estar cansados, deixo Roma para um segundo post,  espero que tenham gostado das minhas aventuras de turista e curiosa.
beijinhos, tenham todos uma ótima semana. 





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